União Brasil dá ultimato para Celso Sabino.

Em decisão da Executiva Nacional, os filiados devem deixar cargos no governo sob pena de punição. O União Brasil antecipou o movimento de saída do governo e determinou a entrega de cargos em até 24 horas. O partido tinha definido que entregaria as funções até o final de setembro. A movimentação foi confirmada nesta quinta-feira (18) pelo presidente nacional da legenda, Antônio Rueda. Uma resolução publicada pela Executiva Nacional prevê uma punição aos quadros que não pedirem a exoneração dos cargos. O partido explica que o não cumprimento das medidas podem acarretar em expulsão do partido.     Atualmente, o partido comanda o Ministério do Turismo, chefiado por Celso Sabino. Além disso, foi responsável por indicar os atuais ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (PDT), e das Comunicações, Frederico Siqueira. A sigla também tem diversos cargos órgãos da administração pública. Segundo fontes, o presidente Lula e integrantes do governo gostam e aprovam muito o trabalho dos três ministros. Sabino, inclusive, tem um protagonismo com a COP30, que vai ocorrer em novembro, em Belém. Portanto, mesmo com o ultimato, há uma aposta no Planalto de que ele fique no governo.     Porém, o entendimento do governo é que os ministros só têm dois caminhos: deixar o União Brasil ou deixar a Esplanada. Eles ainda não se manifestaram sobre a decisão do União Brasil. Fonte: Site Rádio CBN.

Anistia: PL da Anistia avança no congresso.

PL é aprovada em regime de urgência, mas com algumas indefinições. A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (17), o pedido de urgência do Projeto de Lei (PL) da Anistia. Uma nova versão do projeto ainda será apresentada e deve potencializar o embate sobre o alcance do texto: anistia ampla, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ou se limitará à redução de penas para os envolvidos no 8 de Janeiro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), terá que administrar nova crise entre os Poderes caso o texto inclua o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pela trama golpista, ou desagradar a oposição, maioria na Casa, ao propor um projeto que alivie as penas do acontecido em 8/01. Com a aprovação da urgência, o projeto de lei pode ser votado diretamente no plenário, sem passar por comissões temáticas, e totalmente alterado. Motta ainda não definiu a data da votação. Segundo apuração, o relator da proposta deve ser escolhido no máximo até semana que vem. A expectativa é que seja um deputado do Centrão. O texto escolhido pelo presidente da Câmara Hugo Motta tem como base para o projeto da Anistia o apresentado em 2023 pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). A proposta tem redação considerada vaga: “Ficam anistiados todos os que participaram de manifestações com motivação política e/ou eleitoral, ou as apoiaram por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico, prestação de serviços ou publicações em mídias sociais e plataformas, entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor desta lei”. O perdão no caso pode alcançar todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, mas deixaria fora o ex-presidente e outros sete condenados pela tentativa de golpe.

Jornalista Michelle Barros surpreende e aceita convite para A Fazenda.

Apresentadora disse que confinamento será um desafio pessoal. Michelle Barros é um dos nomes confirmados em A Fazenda 17, reality show da Record. Com 26 anos de carreira e passagens por emissoras como Globo e pelo SBT, a jornalista surpreendeu os fãs ao aceitar o confinamento. Em vídeo gravado antes de entrar no programa, ela afirmou que o desafio será uma forma de superar barreiras pessoais e também uma oportunidade para ampliar sua atuação no mercado publicitário. “Eu sei que ninguém imaginava isso. Eu mesma disse várias vezes ‘eu jamais participarei de um reality de confinamento’. Eu aprendi uma coisa: nunca diga nunca”, afirmou Michelle Barros. A jornalista ressaltou ainda que a exposição no programa pode abrir portas comerciais e no entretenimento. “Óbvio, eu quero ter mais parceiros comerciais. Então, eu quero que isso seja só o começo de uma grande e bonita história”, afirmou. Apesar do foco estratégico, ela também destacou a importância pessoal de participar e o prêmio atrativo do reality além de manter seus valores ao longo do jogo. Acreditar que eu posso passar por esse reality de confinamento, que eu posso ganhar esse reality, que eu posso ultrapassar isso tudo mantendo os meus valores e aprendendo com aquela diferença toda e me tornando mentalmente mais forte… Isso me desafia, isso realmente me deu vontade de querer participar”, completou Michelle. Fonte: Site TV Pop.

Ex-delegado geral de SP é brutalmente executado.

Ferraz Fontes estava aposentado da instituição e era o secretário de Administração de Praia Grande. O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes disse há duas semanas a rádio CBN de São Paulo que vivia “com estrutura nenhuma” de segurança na Praia Grande. Ele foi executado no início da noite desta segunda-feira na cidade do litoral paulista. O ex-delegado estava aposentado da polícia civil e era o secretário de Administração de Praia Grande desde 2023. Quando estava na ativa, estava capitaniando as investigações sobre a atuação do PCC, o Primeiro Comando da Capital.Em entrevista recente Ferraz afirmou que: “Desde 2002 fui encarregado de fazer investigações relacionadas especificamente com o PCC (…) eu tenho proteção de quem? Eu moro sozinho na Praia Grande, que é o meio deles. Eu não tenho estrutura nenhuma.” O crime foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o carro conduzido pelo delegado batendo em dois ônibus antes de tombar. Após o veículo ficar tombado, três homens armados descem de outro veículo com fuzis. Eles vão até o carro e disparam contra o delegado. Ruy Ferraz Fontes foi delegado-geral de São Paulo entre 2019 e 2022, durante a gestão de João Doria. Ele já chefiou a delegacia de roubo a bancos do Deic e o Departamento de Polícia da Capital, além de ter atuado em unidades como o Deic, Denarc e DHPP. O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, disse que determinou a integração de uma força-tarefa para prender os criminosos. Ele disse ainda que o procurador-geral de Justiça ofereceu o apoio do GAECO, o Grupo Especial de Atuação de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público.

Filha de Fachin  é xingada e leva cusparada em universidade.

Ela foi chamada de “lixo comunista”. A filha do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, Melina Fachin, foi alvo de agressões e xingamentos e de uma cusparada no campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na última sexta-feira (12).     De acordo com o esposo de Melina, o advogado Marcos Gonçalves, o episódio ocorreu no final da manhã. O companheiro da filha de Fachin afirmou que um homem branco, que não se identificou, aproximou-se e desferiu uma cusparada, xingando-a de “lixo comunista”.       A filha de Fachin é professora e diretora da Faculdade de Direito da UFPR. “Esta violência é fruto da irresponsabilidade e da vilania de todos aqueles que se alinharam com o discurso de ódio propagado desde o esgoto do radicalismo de extrema direita, que pretende eliminar tudo que lhe é distinto”, escreveu Gonçalves em nota divulgada nas redes sociais.      Em nota, a OAB disse que: “A entidade repudia veementemente o episódio, que afronta valores essenciais da vida democrática. A democracia exige o respeito às liberdades, ao pluralismo e à convivência pacífica, sobretudo no espaço acadêmico, que deve ser preservado como ambiente de diálogo e de construção do conhecimento — jamais como palco para violência, intolerância ou tentativas de silenciamento”. Fonte: Site Metrópoles.

CPMI: “Careca do INSS” não confirma presença e reunião foi cancelada.

O relator, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), pediu a prisão preventiva do lobista Careca do INSS e outros acusados pelas fraudes. A reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, marcada para esta segunda-feira (15), foi cancelada após Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, não confirmar presença na CPMI, sendo que sua presença era facultativa.     Preso pela Polícia Federal (PF) na última sexta-feira (12), Careca do INSS informou à comissão, nesta manhã, que não compareceria. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) tornou opcional sua participação, cabendo a ele decidir se iria ou não a sabatina.     O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, lamentou a ausência: “Perdemos a oportunidade de ouvir hoje um dos principais investigados nos desvios de recursos dos aposentados. É lamentável”.       O interrogatório foi marcado na última semana, antes de Antunes ser preso, em um desdobramento da investigação que apura descontos não autorizados em benefícios do INSS. A CPMI chegou a pedir ao ministro do supremo, André Mendonça a garantia do depoimento, mas o magistrado tornou facultativa a ida de Antunes.    O lobista é apontado pela Polícia Federal como peça-chave no esquema de corrupção contra aposentados e pensionistas da previdência. Ele é suspeito de ter recebido cerca de R$ 53,9 milhões por meio de associações fraudulentas. Sua convocação foi uma das mais requisitadas pelos integrantes da comissão.

Ticiane e Tralli: Ela vai se mudar para o Rio de janeiro com marido e mudar de emissora?

Casal está junto a 11 anos. Ticiane Pinheiro ainda não sabe se deixará São Paulo para viver com César Tralli no Rio de Janeiro. Contratada da Record, a apresentadora explicou que está entendendo a situação depois de o marido ter sido anunciado como novo âncora do Jornal Nacional. “Como foi tudo muito rápido, a gente ainda está conversando”, disse.     O assunto foi abordado por ela durante entrevista à revista Quem neste sábado (13), durante o festival The Town. Apesar da incerteza sobre o futuro, a comunicadora deixou claro que está orgulhosa pela conquista de Tralli.     “A gente, em um primeiro instante, [sente] a felicidade por ele ter conquistado o topo do jornalismo. Ele merece muito, é um cara muito trabalhador, então eu já estou muito feliz com isso”, afirmou.     Na sequência, ela confirmou que o marido deixará São Paulo em breve para assumir o lugar de William Bonner no Jornal Nacional”. Como foi tudo muito rápido, a gente ainda está conversando, se entendendo”.     “A princípio ele está indo mesmo já este ano, e todo final de semana ele vai vir para São Paulo ficar com a gente, porque a gente é uma família muito unida, a gente tem um laço muito forte. Minha vida está aqui, eu continuo trabalhando, meu contrato com a Record é até dezembro, as meninas estão na escola”. Fonte: Site Notícias da TV.

Michelle se manifesta sobre o marido: “Você já fez história”.

Mensagem foi publicada nos stories do Instagram, acompanhada por uma montagem de fotos. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro se manifestou, nesta sexta-feira (12), após a condenação do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão inicialmente em regime fechado. Michelle disse: “Querem apagar sua voz, mas você já fez história e ainda tem muito por fazer”. A mensagem foi publicada nos stories do Instagram, acompanhada por uma montagem com quatro fotos de Bolsonaro e a bandeira do Brasil. Na quinta-feira (11), Michelle compartilhou outra mensagem, mas dessa fazendo citações sobre Deus e justiça: “Há um Deus no céu que tudo vê, que ama a justiça e odeia a iniquidade”. Bolsonaro foi condenado pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Bolsonaro condenado a 27 anos, e agora? Como será o desenrolar do processo?

STF condenou, nessa quinta-feira (11/9), Jair Bolsonaro (PL) A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nessa quinta-feira (11/9), Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, ser líder de uma trama golpista para tentar manter-se no poder após a derrota eleitoral de 2022. Além do ex-presidente, outros sete aliados de Bolsonaro foram condenados. O julgamento terminou em 4 a 1.  Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e  Zanin votaram pela condenação, e Luiz Fux, pela absolvição.       Apesar da pena estabelecida em regime, inicialmente, fechado, Bolsonaro não deve ser preso imediatamente. Tudo porque a execução da pena só ocorre depois do chamado trânsito em julgado, quando todos os recursos possíveis forem analisados. O próximo passo do processo é a publicação do acórdão, documento que formaliza os votos e a decisão dos ministros. Esse prazo pode se estender até 60 dias, mas pode ocorrer antes. Em abril deste ano, por exemplo, o acórdão que tornou Bolsonaro réu foi publicado em apenas 15 dias. A partir da publicação do acórdão, abre-se o prazo para que as defesas dos condenados apresentem recursos. É esse marco que define o início da próxima fase do processo. Com o acórdão publicado, a defesa terá cinco dias para protocolar recursos. O primeiro recurso cabível, neste caso, é o embargo de declaração, que serve para apontar contradições, omissões ou erros materiais na decisão.

Julgamento Bolsonaro: o que esperar do voto de Cármen Lúcia?

O julgamento será retomado hoje, às 14:00. O julgamento que apura a suposta trama golpista, será retomado às 14h desta quinta-feira (11), serão julgados o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos outros sete réus pelo envolvimento na suposta trama golpista para impedir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de assumir o poder.      Espera-se que Cármen faça ponderações sobre a posição divergente do colega.     Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram em  favor da condenação de todos os acusados, enquanto o ministro Luiz Fux divergiu e absolveu a maior parte dos réus, inclusive Bolsonaro. Nesta quinta-feira, votam Cármen Lúcia e, em seguida, o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin. A expectativa é de que a magistrada se alinhe a Moraes e Dino e forme maioria simples pela condenação de Bolsonaro e demais réus. Em março de 2025, ao votar para tornar os acusados réus, Cármen considerou que a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) tinha provas de que houve tentativa de golpe de Estado.  “Os tipos de materialidade estão presentes. O que tem como indício comprova que há conhecimento e participação. Se era criminosa ou para ser partícipe do golpe, é outra história. Temos de instruir, ver as provas”, afirmou à época.    Todos os acusados respondem por atuar contra a ordem democrática. Sete deles foram investigados por cinco crimes: Organização criminosa armada Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito Golpe de Estado Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União (exceto Ramagem) Deterioração de patrimônio tombado (exceto Ramagem)