Após a Rússia, China se pronuncia a favor do líder venezuelano
O Ministério das Relações Exteriores da China declarou, neste domingo (4), os Estados Unidos a libertarem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado por soldados norte-americanos na capital Caracas. O pedido ocorre um dia depois de a Rússia solicitar a libertação do presidente venezuelano e de sua esposa, Cilia Flores.
“A China insta os EUA a garantirem a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, a libertá-los imediatamente, a cessarem a tentativa de derrubar o governo da Venezuela e a resolverem as questões por meio do diálogo e da negociação”, divulgou o ministério chinês.
Segundo o órgão, a “ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais entre países e os propósitos e princípios da Carta da ONU”.
Maduro seguirá preso enquanto aguarda julgamento pelos crimes de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A acusação prevê pena mínima de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua, conforme denúncia apresentada em Nova York.
