Pedido de Lula não foi aceito, com alegação de perda de receita
O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), que reúne as equipes econômicas de todos os estados, negou o pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reduzirem a alíquota cobrada de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o diesel.
Em nota compartilhada nesta terça-feira (17), o colegiado afirma que a medida pode não resultar em queda no preço nas bombas.
A guerra no Oriente Médio deve ser conduzido com responsabilidade “social, econômica e federativa”. O grupo cita um estudo do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep), que aponta para um efeito espalhado pela cadeia de distribuição e revenda da redução do tributo.
Caminhoneiros
Lideranças dos caminhoneiros de todo o país estão ensaiando um movimento de paralisação nacional, que ganhou força nos últimos dias.
Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido no setor como Chorão, os trabalhadores estão em “estado de alerta”. Pelas redes sociais, ele informou que houve uma reunião nessa segunda-feira (16) no Porto de Santos, em São Paulo, que deliberou pelo movimento grevista.
“Quem lá estava decidiu cruzar os braços. As condições que a gente está tendo hoje, com esses altos aumentos de combustíveis, não tem como manter o transporte rodando. Estamos de fato em estado de alerta”, disse Chorão.
Fonte: Rádio Itatiaia.
